sábado, 1 de junho de 2013

Sonho mágico

Tive um sonho Um sonho mágico Mas o que será a magia? Terá cor, cheiro ou sabor? No meu sonho Nada disso era percetível Mas era mágico Sonhei que voava Sonhei que cavalgava Por campos infinitos Criava o amor onde havia o ódio A igualdade onde havia a discriminação Sonhei ser mais alto Chegar onde ninguém chegou E ser feliz… Será isto um sonho? Quero acreditar que não Pois um dia tudo isto pode tornar-se realidade! Eduarda David nº10 7ºF

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A magia

Quando me perguntaste: - O que é a magia? Fiquei imóvel. Sem saber o que fazer Olhei para o telemóvel. Ainda tentaste perguntar mais uma vez, mas eu não tinha resposta para os teus porquês. Agora olho para as horas E fico desiludida. Será que voltas? Estou perdida... No meio disto tudo, No meio desta situação, Eu consegui obter uma resposta Pois ouvi o meu coração. A magia? Tem muitos significados, E tem um poder especial De nos dar muitos agrados. Mas a magia para mim É quando penso em ti. Quando vejo que só quero Que estejas aqui. A magia para mim É poder dizer que te amo, Que só penso em ti E que é por ti que eu chamo. Haverá maior magia que o amor? Penso que não. Porque o amor pode trazer-nos muita dor, Mas é o único que irradia o nosso coração. Núria Guedes

terça-feira, 28 de maio de 2013

Tudo com um pouco de magia

É assim que eu vejo o mundo, Como se tudo tivesse magia Como se tudo fosse um conto de fadas Daqueles que se leem nos livros, Daqueles que sempre acabam bem. E tu és o meu príncipe Das histórias com finais felizes, És o meu príncipe de corpo e alma, de carne e osso… Em vez de um cavalo branco e majestoso, Trazes o teu skate pequeno, mas engenhoso. Trocaste a armadura, Pela t-shirt. E aquelas botas de couro? Não, tu preferes umas sapatilhas pintadas de ouro. Tu és o meu príncipe E eu a tua princesa Como naquelas histórias de que falei Aquelas que têm finais felizes Mas eu não quero uma história assim, Pois a nossa história não pode ter fim. Mariana Marques 7ºF 17

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A magia

às vezes quem nos dera Ter magia Poderíamos pôr um sorriso Na cara das pessoas que mais amamos Quando estão tristes Apenas com um pequeno feitiço Poderíamos apagar Os nossos maus bocados E poder desenhar o nosso futuro Com um lápis e dando asas a nossa imaginação Poderíamos fazer acabar com a guerra E trazer a paz E deixar a pobreza para traz Poderíamos cavalgar no nosso lápis Para um novo mundo … É pena que esse mundo Esteja longe de ser verdade E que num mundo com magia Nada de mal aconteceria. Ema Batista, 7º F

sábado, 25 de maio de 2013

A magia

A magia está sempre presente, Algo inconfundível, não se sente. Tentamos justificar, Nunca havemos de lá chegar. Vemos espetáculos de magia Que nos divertem com alegria. Vivemos a magia do momento Envolvendo-nos num toque lento. De cómica a deslumbrante, De irónica a fascinante. O brilho da magia É algo contagiante. Leonor Brito Barata 7ºF – Nº14

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A magia

Para fazer magia, vou fazer poesia Poesia é aquele lugar Um lugar belo e cheio de cor Vou usar o cor-de-rosa Cor dos sonhos, da beleza Vou fazer magia, com uma grande poesia! Vou pegar numa folha de papel E um coto escrever E assim, magia vou fazer Maria Abrantes

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A magia

Como seria bom ser mágico Neste mundo que é o nosso Mudaria o mundo inteiro E faria muito dinheiro Não haveria mais pobreza E guerra espalhada no mundo Fazia magia sem fim Se tudo dependesse de mim Fábio Neto, 7º F

terça-feira, 21 de maio de 2013

A Magia da Música

A magia da música Que existe em mim, Tem sempre início, Mas nunca tem fim. Ela transmite Um sentimento de amor, Que por vezes se vira Provocando uma dor. É melhor o poema terminar A curiosidade vão ter de libertar, Pois se querem saber mais Na magia da música, Vão ter que reparar… Duarte Elvas 7ºF Nº8

terça-feira, 7 de maio de 2013

A PÁGINAS TANTAS

Verão quente é o livro de hoje. O jornalista Domingos Amaral é o autor deste romance que, sendo quase policial, não o chega a ser. A ação decorre em dois tempos distintos: a atualidade e o verão de 1975, altura de conturbação política e social no Portugal pós-revolução. Dois tempos, duas histórias diferentes, em que algumas das personagens se cruzam, de forma interessante. É o caso de Julieta, uma mulher que pertence a uma família tradicional e endinheirada, então apelidada de fascista, e que, no verão quente de 1975 se vê acusada do homicídio do seu marido e da sua irmã, alegadamente por motivo de infidelidade conjugal. Todas as pistas apontam para que seja culpada e ela vê-se confrontada com aquilo a que chama “buraco negro”, isto é, uma verdadeira amnésia relativamente aos acontecimentos do verão de 1975, resultante de uma queda com traumatismo craniano acompanhada de cegueira. Julieta, uma mulher na casa dos cinquenta, após ter cumprido uma longa pena de prisão pelo duplo homicídio, conhece um escritor numas termas onde se encontrava com a sua filha. A simpatia é imediata e daí resulta a vontade de escrever um romance contando a sua vida e tentando descobrir o verdadeiro autor do homicídio. Este escritor é, pois, o narrador da história. Os entraves são muitos, as tramas emocionais também, pelo que a leitura deste romance, além de ilustrar uma época da nossa história, é empolgante e imparável, em todos os sentidos. Trata-se de um romance com uma escrita simples, característica deste escritor-jornalista.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

VISITA DO ESCRITOR JOÃO MANUEL RIBEIRO

O escritor João Manuel Ribeiro visitou, durante três dias, 2, 3 e 4 de abril, o Agrupamento de Escolas do Fundão. As sessões abarcaram todo o público-alvo do agrupamento, desde os alunos do ensino pré-escolar, até aos do 11º ano. Todas as sessões foram um sucesso total. Os alunos animaram as sessões com leituras, algumas musicadas, dramatizações, leitura de trabalhos realizados. As salas das três bibliotecas do agrupamento estavam decoradas a rigor com trabalhos dos alunos, como podem ver através do álbum publicado. João Manuel Ribeiro, por sua vez, provou ser dotado de incríveis capacidades comunicativas! De repetir, com toda a certeza!

terça-feira, 26 de março de 2013

O ESTRANGEIRO

O romance O estrangeiro, embora tendo sido publicado em 1942, continua a ser atual, por abordar o tema da diferença, neste caso, a nível do intelecto. O espírito humano de cada ser varia, podendo mesmo distanciar-se daquilo que é comummente tido como norma. É precisamente o que acontece com o protagonista de O estrangeiro, o qual, não sendo um verdadeiro estrangeiro, é um estranho para os outros. Tudo começa quando recebe a notícia da morte da sua mãe com uma naturalidade tal que o impede de manifestar tristeza através do choro, forma esta vulgar de aparentar tristeza. A partir daqui, somos confrontados com uma série de acontecimentos em cadeia que conduzem a um final totalmente inesperado, sobretudo porque o homem do nosso romance, não só não chora no funeral da sua mãe, como o comum dos mortais, como também não é capaz de mentir ou mesmo de contornar um pouco o relato dos acontecimentos. É, pois, de facto, um estranho, ou estrangeiro, como lhe chamou Albert Camus, não deixando nenhum leitor indiferente ao seu destino. Apesar do seu conteúdo denso, trata-se de uma narrativa simples e fácil de ler, que apela à reflexão dos valores morais sociais. Será que são sempre justos? O ser humano deve reger-se sempre por normas de conduta socialmente aceites ou poderá ser diferente? Estas são questões para pensar.

quarta-feira, 20 de março de 2013

A PÁGINAS TANTAS

Estando em tempo de férias, resolvemos aconselhar os mais jovens. Fomos às prateleiras e o resultado é o que se segue. Se ainda não gostas de ler e tens 12 anos ou mais, podes experimentar a colecção “O recruta”; a responsabilidade é minha! Gostar, adorar é garantido! Convém começar pelo primeiro volume, O recruta, mas se não for possível, depressa se apanha o ritmo. Ainda para aqueles que não descobriram o prazer que a leitura dá, A lua de Joana da famosíssima escritora portuguesa Maria Teresa Maia Gonzalez é obrigatório. Quem ainda não leu, faça o favor a si próprio de o fazer! Esta escritora juntou-se com a Margarida Fonseca Santos e nasceu uma nova colecção: “As aventuras de Colombo”. Este é, nem mais nem menos do que um pombo, mas um pouco diferente do habitual: já reformado, tem muitas histórias para contar aos seus amigos pombos e é precisamente o que faz, relatando histórias incríveis da ilha Malu-ka, onde viveu, e dos seus monarcas e súbditos. Tudo muito incrível e cativante. Os contos de Eça de Queirós foram a inspiração de Luísa Ducla Soares para a sua obra intitulada Seis contos de Eça de Queirós recontados por Luísa Ducla Soares. São todos diferentes, no seu estilo, de leitura fácil, e as histórias são todas cativantes. Um livro com poucas páginas e muitas surpresas. Para quem é aficionado de coisas históricas, o escritor e ilustrador português Pedro Seromenho escreveu o livro 900 – história de um rei, sobre o nascimento da nação portuguesa e Afonso Henriques. Garanto que também é o máximo! O escritor chileno Luis Sepúlveda lembrou-se de escrever sobre o tema da amizade e de como ela ultrapassa todas as diferenças. Aassim nasceu o romance História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Como o título mostra, um gato e uma gaivota, diferentes como são, podem ser mesmo amigos! Uma ternura e uma beleza de romance. É urgente lê-lo. O Bruno Santos, escritor e ilustrador português, escreveu O pássaro em branco e outras histórias, que Senhor de Si ilustrou. Aconselhado para maiores de 10 anos, as suas histórias, embora não sendo fáceis, são muito interessantes e fazem pensar. Consegues adivinhar “O que faz um pássaro de olhos fechados a voar ao sabor da pena?” Não? Então tens mesmo de ler este livro! E por último, para os mais pequenos, do mesmo autor, A lesma constipada é uma história muito bem-disposta sobre uma pobre lesma que tinha frio, pelo que desejava arranjar uma casa. Será que consegue? E pronto, meus amigos, estas são algumas sugestões minhas, mas, é claro, se forem a uma biblioteca, a perdição é total! É que livros lindos, lindos, há mesmo muitos, basta a difícil tarefa de escolher e a fácil tarefa de requisitar!

sexta-feira, 15 de março de 2013

MAR EM CASABLANCA

Mar em Casablanca é um romance policial. No entanto, contém uma grande componente psicológica e afetiva que estabelece uma forte ligação entre o leitor e a história, entre o leitor e a personagem de Jaime Ramos, o detetive. O aparecimento do cadáver de um homem no Palace de Vidago origina uma investigação complexa que transporta o protagonista, Jaime Ramos, numa viagem de regresso ao seu próprio passado, onde se cruzou, em Angola, durante o período da guerra colonial, com algumas das personagens que, no tempo presente, estão relacionadas com a sua investigação. A narrativa alterna, pois, tempos diferentes, entre passado e presente, numa confluência de sentimentos e emoções, onde as relações amorosas também acontecem, adensando as histórias. Tudo se complica quando aparece um novo cadáver numa propriedade do Douro, mas Jaime Ramos, ajudado pelo seu paciente e fiel Isaltino, percorre uma linha de descobertas sucessivas que o levam a várias conclusões. Mar em Casablanca, de José Mário Viegas é uma leitura em português que, tenho a certeza, o seduzirá. É mesmo isto: uma leitura sedutora.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Exposição de Trabalhos na BECRE

A BECRE tranfigurou-se! Para melhor, claro! O conto de José Saramago "O conto da ilha desconhecida" e o conto de Vergílio Ferreira, "A estrela" foram o mote perfeito para a elaboração dos trabalhos expostos que apresentamos. De ver e rever e ... Para ver e rever!

CONCURSO DE LEITURA DO 2º CICLO

Eis as fotografias que ilustram os momentos únicos do Concurso de Leitura do 2º ciclo do Agrupamento de Escolas do Fundão. Parabéns aos vencedores: Gonçalo Ramalho, do 5º E e Catarina Mendes, do 6º E.

sexta-feira, 1 de março de 2013

AINDA OUTRA APRECIAÇÃO CRÍTICA

A obra A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar retrata a história de Zorbas e Ditosa. Depois de Kengah ter sido apanhada por uma maré negra, teve de deixar a sua cria, a Ditosa, aos cuidados de um gato grande, preto e gordo que conhecera antes de morrer. Por fim, com a ajuda dos seus amigos, Zorbas cumpriu todas as promessas. Eu gostei muito desta obra. No princípio, achei um pouco infantil e cansativa, pois parecia que a história não evoluía muito ao longo dos capítulos que lia, mas depois de “mergulhar na história” e a trabalhar na aula, comecei a olhá-la com outros olhos e percebi que não era qualquer um que percebia a moral da obra. A personagem que mais apreciei foi Zorbas, o gato grande, preto e gordo. Ele abdicou do seu tempo para ajudar a gaivota a crescer saudável. O vocabulário usado é adequado à nossa idade. Penso que a obra tem como objetivo transmitir às pessoas que a leem que não devem promover o racismo. Ao contrário do que acontece na atualidade, o gato e a gaivota, apesar de serem de espécies muito diferentes apoiaram-se um ao outro, ou seja, não houve “racismo animal”. No tempo atual, os humanos, infelizmente, julgam-se uns aos outros por serem diferentes. Aconselho esta obra a leitores dos “ 8 aos 80”. No início pode parecer “secante” mas se pensarmos que é realmente um bom livro, começamos a perceber os verdadeiros valores e a moral que pretende transmitir.

APRECIAÇÃO CRÍTICA

A obra A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar retrata a história de um gato com três promessas para cumprir e de como as cumpre com a ajuda e apoio dos seus amigos. Eu gostei muito do livro, porque tem vocabulário adequado à nossa idade e episódios marcantes na vida de um gato, como ensinar uma gaivota a voar, chocar um ovo, quebrar o tabu dos gatos ao falar com um humano, entre outros muito divertidos e emocionantes… Penso que esta obra é atual, pois refere alguns problemas na vida dos humanos, como a poluição ou o racismo. Gostei muito desta obra e aconselho a sua leitura, pois retrata o quão importante é a amizade e a solidariedade para com os outros, que não devemos ser racistas, nem poluir o ambiente. Núria Guedes, 7ºF, nº19

PARA MIM ESCREVER É...

Quando temos ideias, Ideias a abarrotar, E sem ninguém para contar, É no papel que vamos desabafar. Em casa ou na escola, De noite e de dia, É só mergulhar, No mundo da fantasia. É muito fácil de fazer, Basta ter imaginação, E se tiver dificuldade, Peço ajuda ao coração. Escrever, escrever sem parar, Até é divertido, Basta pensar, pensar, pensar, Que no papel tudo será decidido! Maria Matos, 7º C

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ALUNOS DO 2º ANO NA BIBLIOTECA

Os alunos deslocaram-se da Escola EB1 de Sta. Teresinha à biblioteca nº 2 do Agrupamento. Devolveram os livros requisitados, requisitaram um novo livro, ouviram a história do Pinto Borrachudo e fizeram algumas atividades sobre ela. Foi muito bom tê-los aqui!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Apreciações críticas feitas pelos alunos do 7ºF sobre o conto “Arroz do Céu”

“Arroz do Céu” é um conto que relata um pouco do que algumas famílias estão a passar. Muitas vezes olhamos para a comida que temos no prato e não queremos comê-la. Quem lê este conto vê o valor que os alimentos têm para uma família pobre. Neste texto vemos a tradição de deitar arroz aos noivos, o que é um desperdício, pois esse que a nossos olhos é tão pouco deu para remediar a vida de um simples limpa – vias. Enfim, gostei deste conto dado que mostra a realidade em que algumas pessoas vivem, fazendo-nos abrir os olhos para ajudar o próximo. Alexandra Costa Na minha opinião este conto é interessante, mas um pouco difícil de compreender. Ele caracteriza um pouco o que acontece hoje em dia, uma grande diferença social: enquanto muitos desperdiçam o que têm porque não lhes faz falta nada, outros davam tudo para ter um pouco de comida. Ana Vaz Gostei deste conto pois mostra-nos a tradição de deitar o arroz aos noivos o que era um desperdício e o limpa-vias apanhava os grãos de arroz do chão para poder ter alguma coisa para comer. Este conto também nos mostra o quanto as pessoas que não têm nada para comer passam, enquanto outras que têm tudo o que querem desperdiçam. Com este conto aprendi que não se pode desperdiçar o comer, pois com nos tempos que correm há muitas pessoas a passar fome no mundo. Carolina Pinto

A CIDADE DOS DEUSES SELVAGENS

A autora do livro A Cidade dos Deuses Selvagens é Isabel Allende. Nasceu no Peru em 1942. Trabalhou como jornalista e escritora desde os 17 anos. Publicou o seu primeiro romance, o sucesso mundial A Casa dos Espíritos
que originou um filme gravado em Portugal, Atualmente reside nos Estados Unidos com a família. Este livro é uma aventura repleta de perigos, mistérios, surpresas mágicas e reais. A personagem principal é Alexander Cold, este ao deparar-se com a grave doença da sua mãe vê-se forçado a ir viver para junto da sua avó paterna. Alex parte com a sua avó, para uma misteriosa e perigosa expedição do National Geographic, no Amazonas. Esta expedição tinha dois objetivos: vacinar as tribos indígenas e encontrar um estranho animal, meio homem meio besta. O grupo era constituído por oito pessoas, estas tiveram que lutar contra a natureza e conviverem com as diferentes personalidades de cada um. Alex sendo um rapaz que sempre viveu na cidade não sabia o que o esperava, durante a expedição inicia uma estranha amizade com a filha do guia, que fala com os animais. A descoberta do seu animal totémico e aquilo que promete ser a cura para a doença da sua mãe fizeram-no perceber que existem mais coisas entre o céu e a terra do que o que ele estaria disposto a acreditar. Eu achei que este livro foi bastante enriquecedor. Gostei principalmente das aventuras passadas por Alex e Nadia com o xamã e com as tribos indígenas, de perceber as culturas praticadas por estas tribos e das diferentes paisagens, locais e espécies exploradas pelos fuzileiros. A autora do livro “A Cidade dos Deuses Selvagens” também alerta para as consequências da desflorestação ambiental e a importância de vacinar os índios. Eduarda David